domingo, 24 de março de 2019

Casamento civil: prazos, documentos e regimes de bens

Por Unknown   Postado As  3/24/2019 05:44:00 PM   prazos Sem Comentários

Casamento civil: prazos, documentos e regimes de bens

Como casamento civil é um tema que gera algumas dúvidas, pedimos ajuda para Val Lima, da HV7 Cerimonial, e Giuliana Fittipaldi, da Blue Wedding Designpara montar um guia definitivo, com prazos, documentos necessários e regimes de bens possíveis.
Como são muitos pormenores, contar com a ajuda de uma assessoria pode ser fundamental. Val explica que a assessoria conhece os procedimentos exigidos em cada tipo de situação – em diligência (fora do cartório), casamento religioso com efeito civil, casamento no cartóriocontratualização da união, casamento com estrangeiros, entre outras variações. “A assessoria permite, de maneira prática, eliminar a saga dos noivos à procura de orientações nos cartórios, o que elimina possíveis dúvidas, resolve a ansiedade e evita burocracias desnecessárias“, reforça Val. Inclusive, a HV7 Cerimonial oferece o ministro religioso Fredh Hoss, que comanda casamentos com efeitos civis assegurados legalmente em todo o território nacional (e ele pode atuar também como um celebrante sem cunho religioso).

Casamento civil x união estável

Mas antes de começar o passo a passo, precisamos esclarecer uma dúvida frequente: a diferença entre casamento civil e união estável. A verdade é que ambas são consideradas entidades familiares, porém há algumas diferenças legais:
1 – Formação: no casamento há uma formalização perante um juiz de paz (no caso do Estado de São Paulo, porque em outros estados a mesma é feita por um juiz de direito). Esse processo gera uma certidão de casamento, ou seja, os noivos mudam seus status de solteiros para casados perante a lei. Já na união estável, a formalização não é civil, e sim factual. O simples fato de duas pessoas dividirem a vida, a casa e os bens já vale como união estável. Porém, esse pacto pode ser firmado em um tabelionato de notas, sem a presença de um juiz. Nesse caso, nenhuma das duas partes deixou de ser solteira perante a lei.
2 – Separação: assim como na formação, no divórcio o casamento é mais burocrático. Precisa ser feito de forma legal, em um cartório (no caso de haver filhos menores de 18 anos) ou tabelionato de notas (caso não haja herdeiros). Aqui, o casal muda novamente seu status. Já no caso da união estável, esse contrato é desfeito de forma simples e sem burocracia, basta comprovar que não estão mais compartilhando vida (por exemplo, com um contrato de aluguel de imóvel que antes estava no nome dos dois e agora está só no de um, a conta conjunta que foi fechada e assim por diante).
3 – Em caso de morte: até recentemente, aqui é onde está a maior diferença. No caso de um casamento – aqui vamos considerar o regime de comunhão parcial de bens (o mais comum no Brasil e cuja definição você encontra mais abaixo) -, a parte sobrevivente tinha direito a 50% de tudo que foi adquirido após o casamento, e se tornava herdeira (junto com os demais membros da família – filhos, irmãos, pais…) do que era de direito do então falecido. Já no caso de uma união estável, o parceiro tinha direito apenas à metade do que foi construído no período da união. Hoje, as leis já mudaram e tanto no casamento civil quanto na união estável ambos os viúvos possuem os mesmos direitos (aqui, do casamento).

CASAMENTO CIVIL

primeiro passo que os noivos devem seguir é organizar a documentação necessária e comparecer ao cartório correspondente ao código postal (CEP) de pelo menos um deles com uma antecedência de 30 a 60 dias da data pretendida para agendamento e a presença de duas testemunhas. Esse procedimento é conhecido como pedido de habilitação do casamento.

Documentos necessários

• Solteiros: Registro Geral (RG) ou Carteira Nacional de Habilitação original (CNH), Certidão de Nascimento original, Cadastro de Pessoa Física (CPF) e data e local de nascimento dos pais. Caso sejam falecidos, data e local do falecimento.
• Divorciados: RG ou CNH original, Certidão de Nascimento original, Certidão de Casamento com averbação de divórcio original, cópia da Carta de Sentença do Divórcio e e data e local de nascimento dos pais. Caso sejam falecidos, data e local do falecimento.
• Viúvos: RG ou CNH original, Certidão de Nascimento original, Certidão de Casamento com anotação de óbito original ou Certidão de Óbito original do cônjuge falecido, cópia do Formal de Partilha e data e local de nascimento dos pais. Caso sejam falecidos, data e local do falecimento.

Testemunhas

Também é exigido que os noivos levem duas testemunhas conhecidas, maiores de 18 anos e que tenham documentos com foto válidos (RG, CNH, Passaporte, Carteira de Conselhos Regionais). Essas testemunhas, como explica Giuliana da Blue Wedding Design, não precisam ser os padrinhos do casamento civilCaso os noivos pretendam realizar o casamento em diligência, ou seja, em um local que não o referido cartório, é necessário solicitar ao cartório uma autorização para realizar o matrimônio com um ministro religioso da escolha dos noivos ou um juiz de paz do próprio cartório.

Adoção do sobrenome 

Giuliana ressalta que esse é o momento de pensar sobre o regime de bens e sobre a adoção ou não do sobrenome do futuro da mulher ou marido. A assessora afirma que, em mais de 50% dos casamentos assessorados pela Blue Wedding Design, as noivas adotam o sobrenome dos futuros maridos, mas que não é uma regra!

Pacto antenupcial (mais conhecido como contrato pré-nupcial)

Um ponto observado por Giuliana é que “se os noivos optarem por um contrato nupcial, é necessário ir a um tabelionato de notas antes de dar entrada no cartório de registro civil“,.

Regimes de bens

• Comunhão parcial de bens: é o regime de bens que vigora no casamento caso os noivos não façam um contrato nupcial. Ele afirma que a propriedade comum dos bens do casal é aquela adquirida após a data do casamento e com os rendimentos do trabalho de um e outro cônjuge. Os bens que cada um dos cônjuges leva para o casamento não é considerado patrimônio comum do casal, assim como heranças e doações (mesmo depois da data do casamento).
• Comunhão universal de bens: é o regime de bens que torna comum tudo o que o casal possui, tanto os bens atuais quanto os futuros (incluindo herança e doações). Este regime deve ser adotado mediante a lavratura de escritura pública como condição para sua validade.
• Separação total de bens: é o regime que garante a propriedade individual de todos os bens, atuais e futuros, a cada um dos cônjuges. Este regime deve ser adotado mediante a lavratura de escritura pública como condição para sua validade e é obrigatório aos noivos menores de 16 anos e maiores de 60.
• Participação final nos aquestos: neste regime, cada cônjuge pode administrar seus bens de forma autônoma, já que o patrimônio de cada um não se mistura. Contudo, assim como no regime de comunhão parcial, os bens serão partilhados na dissolução do casamento (divórcio).

Agendamento e custos

Uma vez finalizado o pedido de habilitação, os noivos têm um prazo de até 90 dias corridos para realizar o casamento civil, a ser realizado no local e data agendados e na presença de juiz de casamentos (juiz de paz) ou ministro religioso (este, somente em diligência), escrevente autorizado, noivos e padrinhos. Quanto aos preços, até o momento desta publicação, em São Paulo, o valor flutua de R$400 a R$450, em média. Em diligência, pode transitar entre R$1360 e R$1700. No Rio de Janeiro, os valores podem variar de R$760 a R$900. Dá para consultar a tabela de custos oficial dos Cartórios de São Paulo neste link.
** vale lembrar que as leis estão em constante mudanças, e consultar um advogado é sempre uma boa opção.

Passo a passo para organizar a cerimônia de casamento

Por Unknown   Postado As  3/24/2019 04:47:00 PM   cortejo Sem Comentários
Segue a matéria que assessora Val Lima participou na revista ICASEI

Passo a passo para organizar a cerimônia de casamento

Separamos um dossiê bem completinho que mostra a ordem da cerimônia de casamento e promete ajudar você a ter o ritual dos sonhos - By  
cerimônia de casamento é uma parte importante do Grande Dia. Isso porque, independentemente do local, da religião ou dos rituais, é nesse momento que os noivos confirmam o amor que sentem um pelo outro e a intenção de construir uma vida juntos. E tudo é realizado sob os doces olhares de familiares e amigos, tornando o ato ainda mais especial.

Foto: Sally Pinera

Quem organiza a cerimônia de casamento?

Quando o assunto é cerimônia de casamento, é importante ressaltar que o estilo da festa influencia diretamente em quem organizará o momento.
Se você vai se casar na igreja, existem regras a serem seguidas. “Geralmente, a própria instituição designa quem cuidará do protocolo. Como cada lugar tem seu manual, somente um especialista saberá organizar de maneira correta”, explica Val Lima, cerimonialista e produtora de eventos na HV7 Cerimonial. No geral, pouco ou nada pode ser mudado na cerimônia de casamento católico ou evangélico.
Agora, se o enlace será realizado no campo ou na praia, é indicado contratar um cerimonialista. 
“Na cerimônia de casamento ao ar livre, todas as etapas serão planejadas por esse profissional com 
a aprovação dos noivos para cada instante. Todo ritual ocorrerá conforme o desejo deles”, afirma Val.
As etapas, entretanto, não mudam tanto independentemente do tipo de celebração. 
Por isso, separamos um guia básico que vai ajudá-la a entender a ordem mais usada para 
o ritual – e pode até servir de apoio para as noivas que quiserem ter a tarefa de preparar o momento 
por conta própria.

Cerimônia de casamento: passo a passo

1. Entrada do noivo

O primeiro na ordem do cortejo do casamento sempre é o noivo. Aqui, ele pode realizar dois tipos 
de entradas. “Os mais tímidos preferem aguardar pela noiva diretamente no altar. Porém, muitos 
optam por entrar pela nave com sua mãe, o que, geralmente, é uma experiência bastante 
emocionante para ambos”, revela Adriana Sapag, assessora de casamento na Entrevento. 
É o noivo quem decidirá qual será a entrada usada no Grande Dia.

2. Ordem de entrada de pais e padrinhos

Os pais devem entrar logo após o noivo. Caso o seu amado tenha optado por esperá-la no altar, uma 
boa ideia é pedir para que eles entrem como casais. “Depois, o pai da noiva retorna para entrar com a 
filha”, diz Val. Agora, se a escolha dele foi entrar pela nave, vale colocar a mãe da noiva e o pai 
do noivo juntos abrindo o cortejo e simbolizando a união das famílias.
A partir daí, vem a grande pergunta: na cerimônia de casamento, qual é a ordem de entrada dos 
padrinhos? “Geralmente, os primeiros da fila são os familiares, seguidos pelos amigos, começando do 
mais antigo ou aquele que você tem mais intimidade. Mas a ordem pode mudar de acordo com o 
que o casal achar mais coerente”, comenta Adriana.
Em relação ao posicionamento no altar, a ordem segue a entrada do cortejo: os pais ficam mais 
próximos dos convidados e cada casal de padrinhos vai se unindo a eles conformem entram na 
celebração.

3. Floristas

As floristas entram antes da noiva e têm o objetivo de abrir a passagem para ela. 
“É uma tradição forte que representa o desejo de um caminho suave e perfumado para a entrada 
triunfal”, aponta Val.
Embora as crianças sejam a escolha mais provável para essa entrada, está cada vez mais sendo uma 
forma de como incluir as avós no casamento. “A beleza do significado será que os noivos 
desejam a mesma jovialidade, força, vigor, sabedoria e longevidade das anciãs da família”, 
conta a cerimonialista.
Lembre-se: não há uma regra para quem cumprirá essa função no cortejo. 
Podem ser meninos, meninas, homens ou mulheres, sem idade máxima como limite.

4. A triunfal entrada da noiva

A entrada da noiva é o momento mais aguardado da cerimônia de casamento
Estão todos ansiosos para conferir cada detalhe, desde o look até a música escolhida por ela.
Para não errar, vale se atentar a algumas dicas. “No geral, as noivas optam por entrar de braços ou 
de mãos dadas com o pai. É algo bem pessoal. Porém, a altura de ambos e o tamanho do 
vestido podem interferir nessa escolha para que ambos consigam caminhar com boa postura”, 
alerta Fernanda Penido, também assessora de casamento na Entrevento.
A dica de ouro, entretanto, é caminhar devagar e curtir cada segundo. “Tudo passa muito rápido 
e a emoção de andar em direção ao seu noivo é indescritível. Aproveite”, aconselha a especialista.

5. Decorrer da cerimônia

Após a noiva ser recebida pelo seu amado no altar, é dado o início da celebração. 
Aqui, a ordem da cerimônia de casamento pode variar de acordo com a religião e os rituais 
escolhidos pelo casal.
“De forma geral, tem um discurso de boas-vindas do celebrante, seguido de uma mensagem a 
todos sobre o casal e o que significa o amor, o casamento”, explica Adriana. Depois, está na hora 
dos votos de casamento. “Em algumas cerimônias, os noivos fazem seus próprios. Em outras, 
eles repetem os indicados pelo celebrante”, completa.
Após os votos, está na hora da troca de alianças e do tão aguardado “eu vos declaro marido e mulher”.

6. Troca das alianças

Esse é mais um momento fofo na cerimônia de casamento simples ou sofisticada. Geralmente, 
pajens ou daminhas são escolhidos para entregar as alianças. Mas isso já não é uma regra. 
“Qualquer pessoa que represente importância aos noivos poderá cumprir a função”, afirma Val. Essa também pode até ser uma forma de incluir o pet no Grande Dia!
É importante ressaltar que, antes de planejar o momento, você deve verificar se as alianças podem ser entregues de tal forma. Isso porque algumas igrejas não aceitam atos após a entrada da noiva. 
“Nesse caso, vale deixá-las no bolso do noivo ou fazer pajens e daminhas entregarem 
junto com as floristas”, aponta a cerimonialista.

7. Cumprimentos e saída

O último ritual da cerimônia de casamento são os cumprimentos. 
Existem duas formas de realizar o ato: os noivos cumprimentam quem está no altar, 
passando de casal em casal, ou os padrinhos e pais vão até eles.
Independentemente do jeito escolhido, a saída será a mesma, ocorrendo de forma inversa 
às entradas. “Primeiro, os padrinhos deixam a cerimônia, seguidos por pais, floristas e pajens. 
Por fim, o casal sai do altar”, conclui Val.

Elopement Wedding

Por Unknown   Postado As  3/24/2019 03:45:00 PM   wedding destinantion Sem Comentários



O que é e como realizar um Elopement Wedding?

Alternativa funciona para casais que não querem gastar muito e, de quebra, podem aproveitar um destino paradisíaco a dois.

Já pensou em se casar no cenário dos sonhos, de maneira intimista e gastando bem menos do que em um casamento tradicional?
Pois saiba que essa é a proposta do Elopement Wedding, ou “casamento a dois”, que há alguns anos vem conquistando diferentes tipos de casais do mundo todo – a gente já conta por quê.
O termo, em inglês, não possui tradução ao pé da letra, mas remete à ideia de “fugir e nunca mais voltar ao seu ponto de origem”. Assim, descreve casamentos que aconteciam de maneira repentina, ou até mesmo em segredo. Como explica Val Lima, cerimonialista e produtora de eventos da HV7 Cerimonial, o Elopement Wedding tem origem lá no século XVIII, e a princípio era uma expressão usada para classificar casamentos desaprovados pelas famílias tradicionais, que ocasionavam a fuga dos noivos de seu local de origem, com o propósito do matrimônio. Os anos foram passando e a ideia ganhou novos significados sendo que, hoje em dia, é usada como forma popular de definir cerimônias exclusivas para o casal, sem a presença de outros convidados.Para entender melhor o conceito ou até mesmo decidir de vez pela cerimônia, Val Lima, Fernanda Sarkiss, consultora e especialista em casamentos da SENSES Cancun e Betta Lima, assessora de casamentos da Betta Lima Eventos, contam TUDO o que você precisa saber sobre Elopement Wedding.

Foi feito para quem?

O Elopement Wedding é como se fosse uma mistura entre o mini wedding (festa para poucos convidados) e o chamado destination wedding (quando o casal decide celebrar a união em outra cidade ou país).
Dessa forma, é indicado para aqueles que desejam trocar alianças em locais paradisíacos, de maneira romântica e bastante íntima – com a possibilidade de já aproveitar o cenário para desfrutar da lua de mel.
A modalidade é, também, uma ótima ideia para casais que já se casaram e querem renovar os votos de um jeito criativo e memorável.

Quais os destinos mais pedidos?

Para Fernanda, Cancún, no México, é uma boa pedida por ter belas paisagens naturais e se destacar em infraestrutura. Ainda na rota internacional, interessam locais como as Ilhas Maldivas (na Ásia), Ilhas Fiji (Oceania), Tailândia (Ásia), Punta Cana (República Dominicana) e a região da Toscana, na Itália.
Já no Brasil, os locais de praia costumam fazer os corações dos casais baterem mais forte. Pense em lugares como a Ponta dos Ganchos, em Florianópolis, o arquipélago de Fernando de Noronha (PE) e Trancoso, na Bahia.

Por que vale a pena?

Além dos fatores romantismo, experiência única em um local requisitado e lua de mel garantida, a principal vantagem do Elopement Wedding é a economia de gastos. Por não precisar de muita infraestrutura para ser realizado, e nem contar com outros convidados no planejamento (ou seja, além de tudo vocês não vão precisar arcar com comes e bebes), permite que o casal usufrua do destino como preferir, inclusive fazendo turismo.Planejamento financeiro: 

Afinal, quanto custa um Elopement Wedding?

A resposta para essa pergunta é relativa, já que envolve os mesmos gastos que o casal teria com uma viagem de férias, por exemplo. Aí, deve-se pensar em passagens, tempo que vocês vão passar naquela cidade, hospedagem, alimentação, vestido de noiva (se for o caso)… Val  acredita que, com R$ 30 mil, em média, é possível fazer um Elopement Wedding que atenda às necessidades dos pombinhos. Já Betta explica que, com o auxílio de uma assessoria de casamentos, que trata diretamente com os fornecedores, esses valores podem baixar bastante. Para um casamento em Cancún, por exemplo, Fernanda assume que existem pacotes de cerimônias no estilo Elopement a partir de 449 dólares .

Planejamento

Um Elopement Wedding deve ser organizado com três a cinco meses de antecedência da data da viagem – assim, o casal terá tempo suficiente para definir hospedagem e passagens, entre outras coisas. Já se o desejo é de que a cerimônia seja realizada em alguma data, horário e locais muito específicos, o ideal é que o casamento seja planejado durante um ano todo – sempre checando a disponibilidade dos estabelecimentos e fazendo as reservas necessárias. Para cerimônias mais repentinas, com o auxílio de empresas especializadas é possível organizar tudo em pouquíssimo tempo (cerca de 15 dias). Ah! Antes de mais nada, checar os passaportes é essencial

Val recomenda que a escolha da data do casamento seja feita com muita cautela. Pensando em possíveis imprevistos, como mudanças de temperatura e interferências na privacidade do casal: “A previsão do tempo em países de clima tropical não é uma tarefa fácil, visto que as estações do ano são instáveis. Porém, por se tratar de um evento outdoor, deve-se evitar épocas em que, naturalmente, há maior índice de chuvas. Pesquise bem como é o clima da cidade em que será realizada a cerimônia.
A privacidade do Elopement Wedding é o grande diferencial, logo é recomendado evitar épocas de altas temporadas, como dezembro, janeiro, fevereiro e julho”, sugere.


Fernanda aconselha, ainda, a contratação de uma agência especializada em eventos desse tipo, como forma de facilitar todo o planejamento do casamento, além de garantir segurança e praticidade para o casal.
Agora é só arrumar as malas!
Veja matéria na integra https://mdemulher.abril.com.br/estilo-de-vida/elopement-wedding-casamento-a-dois-o-que-e-como-e-onde-fazer/


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

HV7 Cerimonial fornecedor do Site Constance Zahn

Por Unknown   Postado As  2/09/2018 01:18:00 PM   Constance Zahn Sem Comentários

HV7 CERIMONIAL

Val Lima e Fredh Hoss decidiram fundar a HV7 Cerimonial depois de adquirir anos de experiência na área. Atualmente, a HV7 Cerimonial oferece os serviços de assessoria completa e do dia, que são coordenadas por Val. Ela faz a gestão do evento desde o planejamento e execução, acompanhando todos os processos e até o pós-casamento! De forma clara e objetiva, Val mantém um bom relacionamento com os noivos, pois acredita que essa relação é essencial para o resultado final no grande dia. O bom relacionamento com os fornecedores também é essencial e, por isso, Val faz todo o contato com as empresas solicitadas para a realização do casamento.
A missão da empresa é encontrar a maneira mais simples, assertiva e eficiente de cuidar de todos os detalhes do grande dia. E para isso, os sócios fazem questão de ouvir os desejos e necessidades dos noivos para que tudo esteja de acordo com o sonho de cada casal. Transparência é a marca registrada da empresa que exerce seu trabalho transmitindo segurança para os noivos. Além disso, todos os anos de experiência dos donos da empresa garantem que eles solucionem imprevistos de forma rápida e prática.
O atendimento acontece com hora marcada, com flexibilidade de horários e disponibilidade para agendamentos aos finais de semana. A HV7 Cerimonial atende em todo o Brasil.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Cerimônia Carol ♥ Luciano – Celebrante Fredh Hoss | Villa Bisutti

Por Unknown   Postado As  2/08/2018 12:37:00 PM   Villa Bisutti Sem Comentários
 Fredh e equipe,
O Luciano e eu gostaríamos de agradecer a vocês por terem feito com que nosso dia fosse ainda mais especial do que nós poderíamos sequer imaginar!
A nossa cerimônia foi linda, você conseguiu traduzir todos os sentimentos e emoções que nos levaram até àquele dia, Fredh, e nós teremos sempre na nossa memória o quanto aquele momento foi mágico, especial. Além disso, você conseguiu nos manter "presentes" na cerimônia, conversando conosco e nos mantendo tranquilos para que pudéssemos ouvir as músicas e sentir a energia especial que nos rodeava naquele momento.
Nossos pais e padrinhos se sentiram especiais, adoraram ter conversado com você antes do início da cerimônia e foram só elogios quando nos contaram sobre esse momento.
Todos os nossos convidados, alguns ainda durante a festa e outros nos dias que seguiram, fizeram questão de nos falar sobre o quanto foi bonita a nossa cerimônia, o quanto as suas palavras emocionaram e inspiraram as pessoas, e que eles não tinham na memória registro de uma celebração de casamento tão linda.
Também queremos enviar um agradecimento especial à equipe, à Ludmilla que sempre, com todo carinho e pronta para responder, nos ajudou com toda a papelada do casamento civil, se preocupou em perguntar se estava tudo certo e se antecipou à ajudar mesmo antes que nos manifestássemos. Já estamos com a nossa certidão pronta!
Enfim, muito obrigada por terem feito parte da construção dessa nova família que eu e o Lu formamos!

Abraços,
Carol e Luciano

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